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domingo, 25 de outubro de 2009

Raça Palomino


Quem não sonha em produzir um cavalo dourado? Os criadores norte-americanos têm se empenhado nisso desde a metade do século XX, embora cavalos desta pelagem devem ter existido antes da colonização do pais.
Sua reprodução não é muito simples. Mesmo que dois genitores tenham produzido um potro Palomino sua próxima cria não será necessariamente um novo animal dourado, pois a genética em relação a cor ainda não foi estabelecida com precisão. Apesar de a produção desta raça ser em grande parte aleatória, foi criada a associação americana de criadores do Palomino. Seu objetivo é incentivar pesquisas, com a esperança de determinar uma verdadeira raça. Ela reconhece apenas indivíduos de pelagem dourada e com altura entre 1,42 e 1,53m, desde que exibam ua boa conformação de cavalo de sela.
Origem: Estados Unidos
Altura: 150, a 1,65m.
Pelagem: dourada com nuances castanhos ou amarelos.
Esse cavalo dourado não deve apresentar outras marcas alem de pelos brancos nobre a face e os membros. A crina deve ser branca, com menos de 15% de pelos escuros. Seus olhos são sempre escuros.

Raça Appaloosa


Esse é o cavalo dos índios nez-percé, criado por eles com grande cuidado no noroeste dos Estados Unidos, as margens do rio Palouse.
Montaria excelente, quase foi extinta nas lutas entre o exercito norte-americano e os índios.
Nos anos 1930, Claide Thompson, um criador de origem, passou a se interessar pelos cavalos pintados. Depois de ter capturado ou adquirido algumas eguas da pura raça appalousa, cruzou-as com um garanhão árabe. Em 1938, crio a Appaloosa Horse Club e abriu o studbook da raça.
A partir dessa época, outros cruzamentos foranm realizados, especialmente com quartos de ilha. A raça, que provou seu valor sob a sela dos nez-percém aos poucos foi sendo modificada por sangue estrangeiro. Hoje, o appalousa é muito apreciado nos Estados Unidos e em todo o mundo, pois é uma montaria de aparência formidável e muito dócil.

Origem: Estados Unidos
Altura: nunca inferior a 1,40m.
Pelagem: marcada parcial ou totalmente por pequenas pintas ou malhas.
Sua crina é escassa, e a esclera do olho(parte branca) é bem visível.
Seus cascos podem apresentar listas brancas e negras.

sábado, 24 de outubro de 2009

Raça Bretão



O bretão resulta de cruzamento relativamente recentes entre cavalos nativos, o hackeney e o trotador norflk. Esse animal de tração e atrelagem semi-pesada se distingue, acima de tudo, pela excelência e a nitidez de suas andaduras, especialmente o trote, que é capaz de sustentar sem muito esforço por longos períodos. Ele é muito exportado como reprodutor para países que buscam melhorar a robustez de seus cavalos de atrelagem. Hoje, o tipo de bretão mais conhecido e espalhado é o postier, mais existem dois tipos vindos da mesma região. O bretão de tração é resultado de cruzamento entre indivíduos das raças percheron, boulonnais e ardenesa, e é um cavalo pesado, compacto e poderoso. O terceiro tipo, o cavalo de corlay, é um animal leve, resultado de cruzamentos entre cavalos árabes e puro sangue. Hoje esta praticamente extinto.


Origem: frança

Altura:1,50m

Pelagem: geralmente ruã, com tonalidades vinho ou escura, mas também alazã, castanha ou, mais raramente, negra. Um cavalo vivo, ativo e dócil. E solido e forte, apesar do tamanho.

Raça Lusitana

Raça Lusitana Originário de Portugal, o lusitano herdou a coragem do seus ancestrais andaluz, cruzados com uma raça nativa, habitante de uma região montanhosa, que lhe transmitiu robustez e linhas curtas. Muitos criadores procuraram aproximar ainda mais seus produtos do tipo andaluz, fazendo com que o cavalo lusitano quase desaparecesse. Sua extraordinária aptidão ao trabalho com o gado fez com que as autoridades portuguesas, aconselhadas por excelentes escudeiros como Nuno Oliveira, procurassem preserva as particularidades da raça. Cavalo forte e corajoso, o lusitano é uma montaria fantástica, muito útil aos vaqueiros, que desenvolverem uma técnica de tombar um touro – para marcá-lo a ferro quente ou tratá-lo - empurrando sua espádua com uma longa lança de ponta arredondada. De crescimento lento, esse cavalo é igualmente apto aos ares de alta escola, mas não deve ser montado muito jovem.




Origem:
Portugal
Altura: 1,60m
Pelagem:
tordilha, alazã ou castanha. O cavalo exibe um pescoço forte e cernelha reentrante. O corpo é curto; o dorso e o lombo, poderosos.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Raça Andaluz



Originário da Península Ibérica, o andaluz sofreu a influencia de sucessivas invasões nessa região. O sangue árabe e berbere foi então misturado ao das pesadas montarias nórdicas dos “bárbaros” que disputavam o império romano.

Os espanhóis , imitando os conquistadores mouros, selecionaram montarias rápidas e ligeiras, hábeis e manejáveis. A raça então definida foi fixada principalmente pelos monges cartuchos, na famosa criação da região de Jerez.

A criação de um haras real e o estabelecimento do primeiro livro genealógico por Felipe II, 1571, coincide com o desenvolvimento da equitação “acadêmica”, que codificou diferentes figuras eqüestres úteis a guerra e maravilhosamente executadas por esse tipo de montaria. De temperamento quente e generoso, o cavalo andaluz é muito dócil. Sua docilidade e regularidade fazem dele uma perfeita montaria de alta escola, e um companheiro confiável para cavaleiros inexperientes. O andaluz compensa a falta de velocidade e inaptidão para o salto de obstáculos com elegância, resistência e boa vontade.



Origem: Península Ibérica

Altura: a partir de 1.60m

Pelagem: geralmente tordilha.

O andaluz possui cabeça com chanfro convexo, olhos vivos,cílios longos e orelhas flexíveis. O pescoço é forte, o peito desenvolvido, o dorso e o lombo curtos, a espádua e garupa possantes. Os membros são esguios e os pés pequenos.